Dando sequencia em nossa impressora 3D de baixo custo realizamos a alteração no eixo Y, as peças foram construídas utilizando a própria máquina. Lógico que a impressora está longe de ter uma qualidade similar as compradas, ou montadas com kits específicos, mas os resultados já aparecem bem melhor que os da primeiras impressões. Você pode ver mais detalhes da impressora clicando nesse link.
Abaixo o vídeo com o eixo melhorado e imprimindo, mostramos também um display 128X64 que foi adicionado a impressora, ele é como uma perfumaria mas ajuda bastante já que não precisa deixar um computador conectado a impressora.
Ainda falta alguns ajustes para calibrar o avanço de cada eixo e quantidade de extrusão, para uma impressora feita com sucatas já se tem um rendimento até bom, ao menos sabemos que é possível criar objetos 3D com uma impressora de baixo custo, outro fator bacana também é o melhoramento da impressora a partir dela mesmo.
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Você já deve ter ouvido falar em impressora 3D, sua utilização está cada dia mais comum nas diversas áreas, desde objetos decorativos até na gastronomia ou uso médicos na construção de próteses. Os valores dessas máquinas variam muito, os modelos também variam bastante, algumas impressoras são fabricadas em casa através de kits que podem ser adquiridos pela internet, quem não gosta do estilo faça você mesmo pode optar em comprar impressoras comerciais com valores mais elevados.
Nós do Projeto Básico propomos uma impressora feita com recursos mais baratos, iremos construir uma impressora 3D utilizando restos de impressoras jato de tintas e Scanner, alguns componentes terão que ser comprados, como exemplo a ramps 1.4 e seus drives, além é claro da extrusora que vai derreter o filamento.
Abaixo você verá um vídeo com a primeira parte da nossa impressora apresentada como uma CNC, a estrutura em MDF foi um presente, podemos ver o eixo X se movimentando ainda sem os ajustes no GRBL.
No segundo vídeo a CNC/3D está escrevendo com uma caneta, aqui a maquina já começa a tomar forma, o eixo Z é uma unidade de CD-ROM, para a caneta funciona bem, pois a caneta é leve e o drive não tem dificuldades para erguer ela.
Nesse terceiro vídeo a impressora já está "montada" e tentando imprimir uma peça, devido a velocidade e alguns travamentos a peça não foi concluída. A velocidade é algo que se tem que levar em consideração, qualquer detalhe pode por tudo a perder na impressão 3D.
A impressão interrompida está nas fotos seguintes, podemos observar que a alta velocidade foi um dos agravantes, em relação ao empenamento da mesa faz muita diferença, dependendo do arco é praticamente imprimir alguma coisa.
A primeira impressão nem sempre é a que fica, ao menos é o que esperamos.
Esperamos que você tenha gostado desse material, iremos fazer melhorias em nossa máquina e sua participação é muito importante, deixe ideias nos comentários e compartilhe esse material.
Traremos mais assuntos com o avanço de nossa impressora 3D, espero encontrar você aqui novamente.
O hidrogênio é um componente que tem um valor calórico muito alto, sendo utilizado para movimentar veículos a combustão ou de forma elétrica. Na internet tem vários kits sendo vendido para finalidade de combustível, vale salientar que tais alterações tem que ser passadas por vistorias no Detran. Alguns carros vem de fábrica com células de hidrogênio mas com um preço proibitivo, na Alemanha um trem elétrico é abastecido com esse gás.
Podemos obter tal componente com a quebra da molécula da água de duas formas. Por eletrólise utilizando dois metais em contato com água e soda caustica (pode ser usado bicarbonato de sódio e sais em gerais, ou algum tipo de acido), a adição de tais produtos serve para aumentar a condutividade da água, as placas metálicas são ligada á uma fonte de alimentação com corrente continua.
Outra forma é fazer uma solução como acima e adicionar alumínio, irá ocorrer uma reação química e liberação dos gases.
Propomos aqui uma célula de hidrogênio com eletrólise feita em casa utilizando duas placas de aço inox, cano PVC e um pedaço de acrílico. No vídeo abaixo podemos ver a construção da célula.
Aqui podemos ver a célula funcionando.
A ideia futura é a criação de um maçarico utilizando o gás hidrogênio.
Optamos por fazer essa célula com separação de HHO para tentar reduzir os riscos de explosões, visto que, para se ter fogo é necessário um gás inflamável, um agente comburente, no caso o oxigênio e uma fonte de calor, dessa forma o hidrogênio saindo mais puro reduz um pouco os riscos.
As contatoras são utilizadas nas industrias para acionar grandes cargas como motores e sistemas de iluminação entre outras, esses dispositivos são encontrados em diversos modelos e tamanhos, sua alimentação pode ser com correntes continuas de 24 voltes, corrente alternadas monofásicas ou bifásicas.
Faremos aqui uma ligação manual utilizando dois botões, um deles fica normalmente fechado (NC) e o outro normalmente aberto (NO), acionando o botão (NO) a contactora será acionada e assim permanecera até ser pressionado o botão (NC), ou até acabar a energia elétrica.
Este modelo de contactora é energizada em rede bifásica e pode acionar até motores trifásico, para ligar o equipamento é necessário ligar os conectores A1 e A2 na rede elétrica. Para acionamento da carga (motores, iluminação, motobombas.....) deve-se conectar tensão nos conectores L1, L2e L3, lembrando que não é necessário ligar todas as entradas juntas, ( L1, L2e L3 ), ou seja, se o motor for bifásico deverá ligar apena L1 e L2. O motor que iremos ligar deve ser conectados em T1, T2 e T3 conforme for utilizado L1, L2e L3.
Nesse exemplo de ligação á energia proveniente da rede elétrica vai ser conectado em L1 e L2, foi colocado um Jumper em L1 e A1, em L2 foi conectado um terminal do botão normalmente Fechado, o outro conector vai ser ligado em NO da contactora juntamente com um dos terminais da chave normalmente aberta, a outra extremidade vai ser ligada na bobina A2.
Abaixo temos um vídeo que explica como essa ligação foi realizada.
Espero que tenham gostado do conteúdo, não perca nesse link um material sobre irrigação Arduíno.
O sensor DS18B20 é um ótimo sensor e tem um excelente custo benefício, neste tutorial foi utilizado a versão a prova de água, ou seja podemos aferir a temperaturas de líquidos diretamente. Você pode ver a matéria anterior sobre esse assunto neste link.
No vídeo abaixo podemos ver alguns detalhes sobre esse sensor e na sequencia temos o códigos utilizados no Arduíno.
Como podemos ver no vídeo é necessário descobrir os endereços de cada sensor no Arduíno, utilizamos ó código abaixo para isso.
Código para descobrir os endereços de cada sensor DS18B20.
/* Modificado por Projeto Básico
www.rpsilva100.blogspot.com
www.youtube.com/c/projetobasicos
fevereiro 2018
Com base no exemplo em: http://www.hacktronics.com/Tutorials/arduino-1-wire-address-finder.html * / /
*/
#include <OneWire.h>
/*-----( Declare Constants and Pin Numbers )-----*/
#define SENSOR_PIN 2 // Any pin 2 to 12 (not 13) and A0 to A5
Serial.print("Looking for 1-Wire devices...\n\r");// "\n\r" is NewLine
while (ourBus.search(addr)) {
Serial.print("\n\r\n\rFound \'1-Wire\' device with address:\n\r");
for ( i = 0; i < 8; i++) {
Serial.print("0x");
if (addr[i] < 16) {
Serial.print('0');
}
Serial.print(addr[i], HEX);
if (i < 7) {
Serial.print(", ");
}
}
if ( OneWire::crc8( addr, 7) != addr[7]) {
Serial.print("CRC is not valid!\n\r");
return;
}
}
Serial.println();
Serial.print("Done");
ourBus.reset_search();
return;
}
Você irá encontrar valores parecidos com esse no monitor serial do Arduíno,
E finalmente o código para rodar os sensores no Arduíno.
/* Modificado por Projeto Básico
www.rpsilva100.blogspot.com
www.youtube.com/c/projetobasicos
fevereiro 2018
Com base no exemplo em: http://www.hacktronics.com/Tutorials/arduino-1-wire-address-finder.html
/*-----( Declare Constants and Pin Numbers )-----*/
#define ONE_WIRE_BUS_PIN 2
/*-----( Declare objects )-----*/
// Setup a oneWire instance to communicate with any OneWire devices
OneWire oneWire(ONE_WIRE_BUS_PIN);
// Pass our oneWire reference to Dallas Temperature.
DallasTemperature sensors(&oneWire);
/*-----( Declare Variables )-----*/
// Assign the addresses of your 1-Wire temp sensors.
// See the tutorial on how to obtain these addresses:
// http://www.hacktronics.com/Tutorials/arduino-1-wire-address-finder.html
void setup() /****** SETUP: RUNS ONCE ******/
{
// start serial port to show results
Serial.begin(9600);
Serial.print("Initializing Temperature Control Library Version ");
Serial.println(DALLASTEMPLIBVERSION);
// Initialize the Temperature measurement library
sensors.begin();
// set the resolution to 10 bit (Can be 9 to 12 bits .. lower is faster)
sensors.setResolution(Probe01, 10);
sensors.setResolution(Probe02, 10);
sensors.setResolution(Probe03, 10);
Serial.print("Número de dispositivos encontrados no barramento = ");
Serial.println(sensors.getDeviceCount());
Serial.print("Obtendo temperaturas ... ");
Serial.println();
if (tempC == -127.00)
{
Serial.print("Error getting temperature ");
}
else
{
Serial.print("C: ");
Serial.print(tempC);
}//
}// End printTemperature
//*********( THE END )***********
Espero que tenha gostado do sensor DS18B20, caso tenha alguma dúvida poste nos comentários.
Em muitos projetos necessitamos de sensores com um minimo de sensibilidade e precisão, o DS18B20 com certeza supri várias necessidades, além da sensibilidade podemos fazer projetos com vários sensores em uma unica porta, isso veremos em uma matéria posterior.
Veremos aqui algumas características desse sensor e um teste feito com ele, no final caso tenha alguma dúvida é só colocar nos comentários.
Algumas Características desse sensor:
Interface exclusiva 1-Wire® (1 conector) necessita de apenas 1 pino para comunicação
Cada sensor tem um número de série de 64 bits armazenados em memória ROM
Não requer peças externas
Pode ser alimentado pela linha de dados. Uma faixa de alimentação de 3,0 a 5,5V
Mede temperaturas de -55 a + 125 ° C (-67 ° F a + 257 ° F)
precisão de ± 0.5 ° C na faixa de -10 a + 85 ° C
resolução selecionável pelo Usuário de 9 a 12 bits
Converte a temperatura para uma palavra digital de 12 bits em no máximo 750ms
Não há dados para definir por usuário.
comando de busca de alarmes identifica e localiza os sensores que marcam temperaturas para os limites programados (condição de alarme de temperatura)
Aplicações diretas termostáticas, sistemas industriais, produtos de consumo, termômetros ou qualquer sistema com sensibilidade térmica
No video abaixo é possível ver o sensor em funcionamento.
Para o uso desse sensor se faz necessário algumas bibliotecas, utilizando a IDE Arduíno basta seguir os passos abaixo.
Clicar em sketch>incluir biblioteca>gerenciar bibliotecas
No campo de busca digite o nome do sensor, nesse caso DS18B30, irá aparecer duas bibliotecas, instale as duas.
Escolha a versão atual e click em instalar.
Código
/ * Modificado por Projeto Básico www.rpsilva100.blogspot.com www.youtube.com/c/projetobasicos fevereiro de 2018 Com base no exemplo em: http://www.hacktronics.com/Tutorials/arduino-1-wire-address-finder.html
/ * ----- (Declare objects) ----- * / // Configurar uma instância oneWire para se comunicar com qualquer dispositivo OneWire OneWire oneWire (ONE_WIRE_BUS_PIN);
// Passe nossa referência oneWire para Dallas Temperature. Sensores DallasTemperature (& oneWire);
/ * ----- (Declare Variables) ----- * / // Atribua os endereços dos seus sensores de temperatura de 1 fio. // Veja o tutorial sobre como obter esses endereços: // http://www.hacktronics.com/Tutorials/arduino-1-wire-address-finder.html
void setup () / ****** CONFIGURAÇÃO: FUNCIONA UMA VEZ ****** / { Serial.begin (9600); Serial.println (); Serial.println ("www.youtube.com/c/projetobasicos"); Serial.println (); // Inicialize a biblioteca de medição de temperatura sensores.begin ();
// configura a resolução para 10 bits (pode ser de 9 a 12 bits ... menor é mais rápido) sensores.setResolução (Probe01, 10);
Em todas as soluções que utilizamos em nosso dia a dia desde produtos alimentícios até produtos de limpeza ou cosméticos possui um valor de PH que vai de 0 que é muito ácido até 14 que é muito alcalino, o vinagre por exemplo de P.H. em torno de 2,9.
Existe alguns equipamentos para realizar leituras desses valores de P.H. para em seguida fazermos as correções, o P.H. neutro é 7, sendo este o ideal para utilizarmos em produtos de limpeza sem agredir as mãos ou na água potável que utilizamos para nós hidratar.
Veremos aqui uma das melhores formas de calibrar módulos de P.H. chineses, esses módulos ou sensores de P.H. são utilizados com o Arduíno e nos primeiros testes se mostraram bastante eficientes.
No vídeo abaixo podemos ver como é feita a calibração.
O código logo abaixo foi encontrado no foram do Arduíno, caso queira acompanhar a discussão é só clicar nesse link.
/*
* Modificado por Projeto Básico
* www.youtube.com/c/projetobasicos
* www.rpsilva100.blogspot.com
* codigo original disponivél em
* https://forum.arduino.cc/index.php?topic=336012.0
*
*/
int ph_pin = A0; //This is the pin number connected to Po
void setup() {
Serial.begin(9600);
Serial.println(" Projeto basico");
Serial.println("www.youtube.com/c/projetobasicos");
}
void loop() {
int measure = analogRead(ph_pin);
Serial.print("Measure: ");
Serial.print(measure);
double voltage = 5 / 1024.0 * measure; //classic digital to voltage conversion
Serial.print("\tVoltage: ");
Serial.print(voltage, 3);
Quando o P.H. estiver em 7 o pino Po do módulo P.H. deverá estar com 2.5 voltes, no código quando Po for 7 a variável Po deve estar em 0 voltes, nesta linha
* float Po = 7 + ((2.5 - voltage) / 0.18);*
A variável possui 2,5 voltes constantes e tem uma redução da porta Po, sendo assim, quando o valor do pino for 2,5 voltes- a constante de 2,5 V o resultado vai ser 0, se a tenção do pino resultar em valores negativos o P.H. será ácidos, caso contrário o valor sera alcalino.
Caso tenham alguma duvida perguntem nos comentários.