Lithophane é uma técnica aplicada em porcelanas translucidas com fotografias, essas fotografias vão modificando conforme a luz atravessa a peça.
Teve sua origem na Europa em torno de 1820 nos países como Alemanha, França, Inglaterra e Prússia.
Nós também testamos a técnica utilizando a impressora 3D, no vídeo abaixo é possível verificar como fizemos para obter no lithophane.
Para se obter uma qualidade boa no lithophane é necessário imprimir na vertical, porem nossa impressora até o momento conta somente com 28mm, essa altura também deixa a qualidade um pouco a desejar, resolvemos um pouco do problema inclinando a foto em 45º, nessa altura a impressora consegue imprimir sem a necessidade de gerar suporte.
Podemos utilizar está técnica para criação de abajur e luminárias entre outras coisas como chaveiros ou ainda quem sabe como um vitral.
Durante o dia o lithophane se torna mais bonito, embora necessite de bastante contraste.
Já postamos alguns matérias aqui no blog sobre a impressora 3D de baixo custo utilizando sucatas de impressoras e Scanner. Hoje mostraremos onde conseguimos as guias para o eixo Z
Muitas coisas são jogadas fora todos os dias, mas nem todas são necessariamente lixo e pode ser utilizadas para outros fins, como exemplo temos o amortecedor do carro, de onde iremos retirar a haste interna para usar como guia.
Abaixo é possível ter mais detalhes de como fizemos isso.
Essas guias são bem resistentes, para retirar faz um pouco de sujeira mas vale a pena, irei usar o mesmo procedimento do eixo Y, criar uma base que irá deslizar sobre essas guias.
Você pode ver o vídeo do eixo Y logo abaixo.
E aqui está o carrinho feito com filamento PLA.
Nos próximos posts você verá as outras peças que compõe o eixo z e possivelmente a sua montagem, espero que esteja gostando de nossa série de vídeos sobre impressora 3D de sucatas.
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Eu fiz um curso desses profissionalizantes de mecatrônica, confesso que não foi aquilo que imaginava, mas por outro lado me levou a conhecer uma CNC, a que tinha no curso era bem simples e escrevia não muito bem com uma caneta, mas foi o suficiente para me deixar encantado com ela, eu tentei fazer uma em casa não obtive sucesso, essa foi minha primeira pausa. Passado alguns anos veio minha segunda tentativa e consegui algo como essa que você pode ver no vídeo.
Deu para observar que não era grande coisa, na verdade é um fiasco, fazia desenhos tortos sem contar que esse desenho simples tive que fazer na unha, essa foi minha segunda pausa.
Passado alguns anos uma nova tentativa com sucesso, você pode conferir nesse vídeo.
É notável o avanço em relação a primeira CNC, mesmo assim ainda não estava bom, eu conseguia usar mas não atendia minhas expectativas, novamente uma pausa.
Usei essa impressora por um bom tempo, fazendo ajustes aqui e ali, novamente quis modernizar, comprei um laser e o resultado foi este.
Entre uma CNC e outra saiu essa também com laser de CD-ROM.
Hoje contínuo melhorando minha minhas CNCs sem desistir apenas dando uma pausa até ter o conhecimento necessário, também estou desenvolvendo uma impressora 3D com sucatas de informática.
Nunca desista diante a uma dificuldade, faça uma pausa estratégica até conseguir ir adiante.
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Dando sequencia em nossa impressora 3D de baixo custo realizamos a alteração no eixo Y, as peças foram construídas utilizando a própria máquina. Lógico que a impressora está longe de ter uma qualidade similar as compradas, ou montadas com kits específicos, mas os resultados já aparecem bem melhor que os da primeiras impressões. Você pode ver mais detalhes da impressora clicando nesse link.
Abaixo o vídeo com o eixo melhorado e imprimindo, mostramos também um display 128X64 que foi adicionado a impressora, ele é como uma perfumaria mas ajuda bastante já que não precisa deixar um computador conectado a impressora.
Ainda falta alguns ajustes para calibrar o avanço de cada eixo e quantidade de extrusão, para uma impressora feita com sucatas já se tem um rendimento até bom, ao menos sabemos que é possível criar objetos 3D com uma impressora de baixo custo, outro fator bacana também é o melhoramento da impressora a partir dela mesmo.
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Você já deve ter ouvido falar em impressora 3D, sua utilização está cada dia mais comum nas diversas áreas, desde objetos decorativos até na gastronomia ou uso médicos na construção de próteses. Os valores dessas máquinas variam muito, os modelos também variam bastante, algumas impressoras são fabricadas em casa através de kits que podem ser adquiridos pela internet, quem não gosta do estilo faça você mesmo pode optar em comprar impressoras comerciais com valores mais elevados.
Nós do Projeto Básico propomos uma impressora feita com recursos mais baratos, iremos construir uma impressora 3D utilizando restos de impressoras jato de tintas e Scanner, alguns componentes terão que ser comprados, como exemplo a ramps 1.4 e seus drives, além é claro da extrusora que vai derreter o filamento.
Abaixo você verá um vídeo com a primeira parte da nossa impressora apresentada como uma CNC, a estrutura em MDF foi um presente, podemos ver o eixo X se movimentando ainda sem os ajustes no GRBL.
No segundo vídeo a CNC/3D está escrevendo com uma caneta, aqui a maquina já começa a tomar forma, o eixo Z é uma unidade de CD-ROM, para a caneta funciona bem, pois a caneta é leve e o drive não tem dificuldades para erguer ela.
Nesse terceiro vídeo a impressora já está "montada" e tentando imprimir uma peça, devido a velocidade e alguns travamentos a peça não foi concluída. A velocidade é algo que se tem que levar em consideração, qualquer detalhe pode por tudo a perder na impressão 3D.
A impressão interrompida está nas fotos seguintes, podemos observar que a alta velocidade foi um dos agravantes, em relação ao empenamento da mesa faz muita diferença, dependendo do arco é praticamente imprimir alguma coisa.
A primeira impressão nem sempre é a que fica, ao menos é o que esperamos.
Esperamos que você tenha gostado desse material, iremos fazer melhorias em nossa máquina e sua participação é muito importante, deixe ideias nos comentários e compartilhe esse material.
Traremos mais assuntos com o avanço de nossa impressora 3D, espero encontrar você aqui novamente.
Em todas as soluções que utilizamos em nosso dia a dia desde produtos alimentícios até produtos de limpeza ou cosméticos possui um valor de PH que vai de 0 que é muito ácido até 14 que é muito alcalino, o vinagre por exemplo de P.H. em torno de 2,9.
Existe alguns equipamentos para realizar leituras desses valores de P.H. para em seguida fazermos as correções, o P.H. neutro é 7, sendo este o ideal para utilizarmos em produtos de limpeza sem agredir as mãos ou na água potável que utilizamos para nós hidratar.
Veremos aqui uma das melhores formas de calibrar módulos de P.H. chineses, esses módulos ou sensores de P.H. são utilizados com o Arduíno e nos primeiros testes se mostraram bastante eficientes.
No vídeo abaixo podemos ver como é feita a calibração.
O código logo abaixo foi encontrado no foram do Arduíno, caso queira acompanhar a discussão é só clicar nesse link.
/*
* Modificado por Projeto Básico
* www.youtube.com/c/projetobasicos
* www.rpsilva100.blogspot.com
* codigo original disponivél em
* https://forum.arduino.cc/index.php?topic=336012.0
*
*/
int ph_pin = A0; //This is the pin number connected to Po
void setup() {
Serial.begin(9600);
Serial.println(" Projeto basico");
Serial.println("www.youtube.com/c/projetobasicos");
}
void loop() {
int measure = analogRead(ph_pin);
Serial.print("Measure: ");
Serial.print(measure);
double voltage = 5 / 1024.0 * measure; //classic digital to voltage conversion
Serial.print("\tVoltage: ");
Serial.print(voltage, 3);
Quando o P.H. estiver em 7 o pino Po do módulo P.H. deverá estar com 2.5 voltes, no código quando Po for 7 a variável Po deve estar em 0 voltes, nesta linha
* float Po = 7 + ((2.5 - voltage) / 0.18);*
A variável possui 2,5 voltes constantes e tem uma redução da porta Po, sendo assim, quando o valor do pino for 2,5 voltes- a constante de 2,5 V o resultado vai ser 0, se a tenção do pino resultar em valores negativos o P.H. será ácidos, caso contrário o valor sera alcalino.
Caso tenham alguma duvida perguntem nos comentários.
Constantemente os meios que nos rodeiam estão sendo monitorados através de sensores, podem ser para tomar atitudes como em algumas automações ou somente para analisar os dados assim como estações metrológicas. Alguns sensores são bem caros, mas usaremos aqui um sensor de custo beneficio bem atrativo.
O sensor de temperatura lm35 é utilizado em projetos de automação e robótica, sendo simples sua utilização e apresentando uma considerável precisão.
No vídeo abaixo temos um exemplo de utilização do lm35.
O lm35 é um sensor linear que sobe 1ª Celsius a cada 10 miliamperes, ou seja, se estiver circulando 200 miliamperes no lm35, a temperatura vai estar em 20ªC.
O código utilizado é pequeno como pode ser observado logo abaixo, o lm35 trabalha na porta analógica do Arduíno, não podendo ter um cabo muito comprido, pois o lm35 sofre com interferências do ambiente.
O Arduíno é uma das plataformas ideais para realização automações em casa (domótica), em hortas ou para uso em rebótica, sendo de fácil utilização pois na internet possui várias informações sobre o mesmo. A princípio o que torna uma dificuldade para a utilização de uma lampada direta nas portas do Arduíno é a baixa corrente e tensão que o Arduíno fornece, sendo facilmente corrigido com a utilização de um relé.
O relé é um componente eletromecânico utilizado como uma espécie de driver de potencia, ele possui alimentação de 5 até 12 voltes e pode operar cargas de até 10 Amperes por 220 Voltes, o vídeo logo abaixo tem mais detalhes de como fazer a instalação de um relé no Arduíno.
O esquema do circuito eletrônico pode ser visualizado na figura abaixo, a alimentação pode ser de até 12 voltes, dependendo somente do relé utilizado, o diodo é de uso comum 1n4147 ou outro substituto, o transistor que irá funcionar como chave para acionar o relé é o bc548 (NPN) e por fim o resistor de corrente de base é de 1K.
A montagem exige muito simples podendo ser montado facilmente, caso tenha alguma dúvida poste nos comentários.
Caso você não tenha acessado o material anterior, ele pode ser visualizado por este link.
Dando sequência ao assunto sobre irrigação iremos falar sobre hidrólise, este fenômeno ocorre toda vez em que se alimenta o sensor quando ele está em contato com o solo úmido, ocasionando em corrosão do mesmo. Uma forma para reduzir esta corrosão do sensor é liga-lo somente em horários pré definidos para a leitura de dados, usando para isso um relógio de tempo real (RTC), este componente funciona como o relógio do computador, mesmo que a alimentação do Arduíno seja desligada o horário permanece gravado. O Arduíno ira verificar se a hora atual é a mesma da programação, caso seja irá realizar a irrigação das plantas.
Será necessário colocar um horário para ligar o sensor e um horário para desligar o sensor, caso a umidade esteja abaixo da necessária a válvula solenoide irá ser acionada e efetuará a irrigação, caso a umidade esteja acima, a válvula continuará desligada mesmo com o sensor ligado.
Funcionamento
O Arduíno irá verificar a hora, caso seja a hora pré programada a porta 7 irá ser acionada, ligando o sensor.
O sensor sendo ligado ele verificará se à umidade é maior que 700 através da porta analógica A0, caso seja o solenoide que está ligado ao pino 13 continuará desligado, no entanto se a umidade for menor que 700 o pino 13 irá acionar a solenoide e as plantas serão irrigadas.
O vídeo abaixo tem mais informações sobre a montagem.
Uma das formas de ligação do RTC é vista no desenho abaixo, o Arduíno utilizado tem duas portas especificas para os pinos SCL e SDA.
if (! rtc.isrunning()) {
Serial.println("RTC is NOT running!");
rtc.adjust(DateTime(F(__DATE__), F(__TIME__)));
///Serial.print("inicializaçao");
}
}
void loop () {
umidade = analogRead(A0);
DateTime now = rtc.now();
Serial.print(now.hour()); // Mostra a hora
Serial.print(":"); // mostra separação da hora
Serial.println(now.minute(),DEC);//mostra os minutos
//Serial.println(now.year(), DEC); // Mostra anos
Serial.println(umidade); //Mostra o valor da umidade
if (( now.hour()==(23)and ( now.minute()==(28)))){
Serial.println("Ligado");
digitalWrite(7,HIGH); // Liga pino 7 para acionar o sensor
if (umidade > 700){ //Se a umidade for maior que 700 desliga o solenoide
digitalWrite(13,LOW);// Desliga o pino 13 do solenoide
}
else{
digitalWrite(13,HIGH); //Caso o valor esteja abaixo de 700 liga o pino 13 do solenoide
}}
//Desliga a acionamento na parte da manha
if (( now.hour()==(23)and ( now.minute()>=(29)))){
Serial.println("Desligado");
digitalWrite(7,LOW); //Desliga o pino 7
digitalWrite(13,LOW); //Desliga pino 13
}
delay(1000);
}
Abaixo podemos ver o esquema de ligação completo, a alimentação da válvula solenoide esta separada do Arduíno, nota, a foi utilizado uma bateria nesse esquema, mas a válvula pode funcionar na rede elétrica ( 127V) também.
Caso tenha dificuldades em fazer o modulo relé você pode encontrar mais informações nesse vídeo.
A figura abaixo mostra o esquema de ligação utilizando um módulo relé comercial encontrado a venda na internet, um detalhe ao utilizar estes tipos de módulos é a inversão nas linhas onde aciona o relé, onde for LOW deve se utilizar HIGH e vise versa.
digitalWrite(13,HIGH); Passa a ser digitalWrite(13,LOW);
digitalWrite(13,LOW); Passa a ser digitalWrite(13,HIGH);